Introdução: A Gestão Estratégica de Viagens Corporativas no Brasil em 2026
O mercado de viagens corporativas no Brasil em 2026 transcende a simples logística, consolidando-se como um pilar estratégico para a governança e a eficiência empresarial. Com um faturamento que superou R$ 1 bilhão apenas em janeiro de 2026, o setor demonstra uma busca contínua por otimização e retorno sobre investimento (ROI) [1].
Este artigo é um guia essencial para gestores financeiros e de viagens que buscam compreender os custos e modelos de precificação das Agências de Viagens Corporativas (TMCs) em 2026. Nosso objetivo é desmistificar o “quanto custa” e, mais importante, revelar “qual o retorno” e “como otimizar” esse investimento crucial para o sucesso do seu negócio.
O Cenário Macroeconômico e a Influência na Precificação em 2026

A precificação dos serviços de uma agência de viagens corporativas é diretamente impactada por indicadores macroeconômicos. Em 2026, o cenário apresenta estabilidade com desafios inerentes, que moldam as margens operacionais e a capacidade de investimento das empresas [1]:
| Indicador Econômico | Projeção 2026 | Impacto na Gestão de Viagens |
|---|---|---|
| IPCA (Inflação) | 4,18% – 4,2% | Base para reajustes de contratos e diárias hoteleiras |
| Taxa Selic (Juros) | 12% – 15% | Custo de capital para locadoras e financiamento de frotas |
| Câmbio (USD/BRL) | R$ 5,50 | Preços de passagens internacionais e custos de combustíveis |
| PIB Brasil | ~2,0% | Manutenção da demanda por viagens e eventos B2B |
O dólar em patamar elevado (próximo a R$ 5,50) e a inflação controlada exercem pressão sobre o Querosene de Aviação (QAV), que representa uma parcela significativa do custo operacional das companhias aéreas. Isso, por sua vez, afeta as tarifas e as taxas de emissão.
A taxa Selic, mesmo em queda gradual, mantém-se em níveis que impactam o setor de locação de veículos. Nesse contexto, as agências precisam adotar metodologias de precificação que equilibrem custos operacionais fixos com a entrega de consultoria estratégica, garantindo um modelo de remuneração justo e alinhado aos objetivos do cliente [1].
Modelos de Remuneração de Agências de Viagens Corporativas: Transparência e Eficiência

Em 2026, a escolha do modelo de remuneração é fundamental para a transparência e previsibilidade orçamentária. As empresas buscam estruturas claras e auditáveis, distanciando-se de modelos com comissões ocultas. Conheça os principais:
Transaction Fee (Taxa por Transação)
Este modelo envolve um valor fixo cobrado por cada serviço (emissão de passagem, reserva de hotel, etc.). Embora ofereça previsibilidade para volumes constantes, pode se tornar oneroso em operações dinâmicas, onde cancelamentos e reemissões geram novas cobranças, elevando o custo administrativo total [1].
DU (Distribution Usage)
A taxa DU é uma porcentagem aplicada sobre o valor total da emissão. Apesar de ainda presente em algumas agências, tem perdido espaço devido à falta de transparência e imprevisibilidade. A remuneração da agência varia com o preço da passagem, o que pode gerar um potencial conflito de interesses e dificultar o planejamento financeiro do cliente [1].
Management Fee e Mixed Fee
O Management Fee consiste em um valor fixo mensal pela gestão completa da conta, ideal para empresas que demandam atendimento dedicado e alta personalização. O Mixed Fee combina uma taxa fixa de gestão com incentivos baseados em performance, buscando um equilíbrio entre custo fixo e remuneração variável vinculada a metas [1].
Success Fee (Taxa por Sucesso)
Consolidado em 2026 como um modelo de parceria estratégica, o Success Fee vincula a remuneração da agência aos resultados alcançados, como economias geradas (savings) ou eficiência na gestão de processos.
É atraente para empresas que buscam reduzir custos agressivamente, mas exige contratos extremamente claros e complexos com métricas concretas para evitar desalinhamentos [1].
SaaS / Assinatura
Este modelo, impulsionado por plataformas digitais, envolve o pagamento de uma mensalidade pelo uso da plataforma, oferecendo transparência e tecnologia integrada. No entanto, requer alta adoção tecnológica interna por parte do cliente e pode não incluir o suporte consultivo personalizado que uma agência oferece [1].
| Modelo de Remuneração | Mecanismo de Cobrança | Vantagem Principal em 2026 | Desvantagem Potencial |
|---|---|---|---|
| Transaction Fee | Valor fixo por serviço | Previsibilidade e facilidade de auditoria | Acúmulo de taxas em reemissões |
| DU (Distribution Usage) | Percentual sobre a tarifa | Aparentemente “simples” | Baixa transparência e custo variável |
| Success Fee | Percentual sobre a economia | Alinhamento total com metas de custo | Complexidade na definição de metas |
| SaaS / Assinatura | Mensalidade por plataforma | Transparência total e tecnologia integrada | Requer alta adoção tecnológica interna e pode faltar consultoria personalizada |
BRL Corporate: O Modelo “Ganha-Ganha” que Otimiza seu Investimento em Viagens

No cenário corporativo brasileiro, a gestão de viagens enfrenta um desafio peculiar: equilibrar a necessidade de suporte especializado com a busca pela redução de custos operacionais.
Enquanto o mercado frequentemente adota modelos de “fee por transação” importados de fora, a BRL Corporate consolida-se com uma filosofia de precificação disruptiva, focada na transparência e no valor agregado.
1. Transparência e Alinhamento com o Cliente
Diferente de modelos que podem gerar conflitos de interesse ou custos ocultos, a remuneração da BRL Corporate é estruturada de forma clara: a agência é remunerada diretamente por seus fornecedores.
Essa abordagem garante que o cliente perceba o valor do serviço sem a complicação de taxas extras recorrentes. Caso ocorra uma situação específica onde um fornecedor não ofereça remuneração, a BRL mantém seu compromisso com a clareza, definindo o valor em conjunto com o cliente, de forma justa e acordada.
2. Absorção de Custos Operacionais: O Fim das Taxas de OS
Um dos grandes diferenciais da BRL é a eliminação do custo por Ordem de Serviço (OS). Em muitas agências, o cliente desembolsa entre R$ 15,00 e R$ 60,00 por cada produto solicitado em uma mesma OS. Na BRL Corporate, esse custo é integralmente absorvido pela agência.
Esse compromisso de absorção aplica-se inclusive quando a OS, originária do Módulo Travel, é utilizada no Módulo Expenses do sistema ArgoIT.
Ao abrir mão de parte de sua comissão para cobrir esses custos operacionais e de sistema, a BRL cria um cenário de “ganha-ganha”, onde a passagem e a hospedagem permanecem como o investimento principal, sem o peso de tarifas administrativas adicionais.
3. Valor Agregado Além da Passagem
Embora passagens e hotéis sejam tratados pelo mercado como commodities, a BRL entende que a gestão de viagens não o é. O foco da agência está em oferecer preços competitivos de mercado, agregando valor através de:
- Sistemas de gestão de ponta;
- Processos automatizados de reembolso;
- Suporte especializado em tempo real.
Ao absorver custos que tradicionalmente seriam repassados, a BRL Corporate deixa de ser apenas uma prestadora de serviços para se tornar uma parceira estratégica.
O objetivo é garantir que o cliente não precise negociar comissões ou lidar com custos fixos que oneram o orçamento, focando no que realmente importa: a eficiência da viagem e o sucesso dos negócios.
Benchmarks de Custos por Segmento em 2026: Onde o Investimento se Concentra
Para entender o custo total da gestão de viagens, é fundamental analisar os benchmarks dos fornecedores finais, que representam a maior parte do gasto gerenciado pelas TMCs [1].
Aviação: O Principal Componente do Faturamento
O setor aéreo responde por aproximadamente 60% do faturamento das agências de viagens corporativas no Brasil. Em janeiro de 2026, os serviços aéreos somaram R$ 636,1 milhões.
O preço médio da passagem aérea no Brasil, que girou em torno de R$ 717 no final de 2025, deve enfrentar pressões em 2026 devido à capacidade limitada de frota e demanda robusta.
Há tendências divergentes na América do Sul, com aumento nos preços da Business Class (+5,8%) e possível redução na Economy Class (-7,7%) em rotas específicas [1].
Hotelaria: Demanda Estável e Tarifas em Ascensão
O segmento hoteleiro registrou R$ 319,3 milhões em janeiro de 2026, com estabilidade na demanda. No entanto, a taxa de ocupação nacional subiu de 64% para 67%, impulsionando a Diária Média (ADR) a avançar de 6% a 10%, dependendo da localidade. No Rio de Janeiro, por exemplo, projeta-se um aumento de 5,0% nas tarifas hoteleiras [1].
Mobilidade e Serviços Agregados: Priorizando a Jornada do Viajante
Em 2026, serviços como transfer (+63,41%) e seguro viagem (+54,10%) apresentaram crescimento expressivo, indicando a priorização da segurança e fluidez da jornada do viajante. Em contrapartida, a locação de veículos retraiu 19,5% devido aos custos de capital elevados, exigindo negociação de tarifas corporativas mais flexíveis [1].
Tecnologia e Inteligência Artificial: Otimizando Custos e Processos
A ascensão de plataformas digitais integradas redefiniu a estrutura de custos para a gestão de viagens em 2026. Soluções tecnológicas combinam funcionalidades SaaS com atendimento premium, muitas vezes eliminando taxas de intermediação tradicionais em favor da transparência no checkout [1].
Soluções avançadas de automação de despesas, com custos médios que podem variar, permitem a captura de recibos via IA, integração com cartões corporativos e políticas de gastos personalizáveis. Isso reduz drasticamente o custo indireto da gestão administrativa e previne fraudes, justificando o investimento pela visibilidade total dos gastos e agilidade no reembolso [1].
Em 2026, a Inteligência Artificial (IA) é um motor de otimização de custos e previsão de demandas. Ela automatiza relatórios de conformidade, rastreia viajantes em tempo real e prevê flutuações de preços.
Agências digitais utilizam IA para gerenciar despesas que vão além de passagens e hotéis, integrando custos de alimentação, combustível e estacionamento em um único aplicativo, simplificando a prestação de contas [1].
ROI e Gestão Estratégica: Transformando Custos em Investimento
O foco da gestão de viagens em 2026 mudou de “quanto custa” para “qual o retorno” (ROI) que cada deslocamento entrega ao negócio. Essa visão holística considera que o custo da agência é compensado pela governança, automação e eficiência operacional. A interação presencial é valorizada, com 90% dos profissionais vendo as viagens como essenciais e 84% dos gestores preferindo encontros face a face para resultados superiores [1].
O ROI das viagens corporativas em 2026 é mensurado através de:
- Receitas Atribuídas: Ganhos diretos de vendas e parcerias firmadas presencialmente.
- Ganhos de Reputação: Fortalecimento da marca e relacionamentos estratégicos.
- Eficiência de Processos: Redução de desperdícios via políticas inteligentes e tecnologia.
Conclusão: A Parceria Estratégica com a BRL Corporate para o Sucesso em 2026
Em 2026, o custo de uma agência de viagens corporativas transcende o valor monetário direto, transformando-se em um investimento estratégico que impulsiona a eficiência, a conformidade e o retorno sobre o capital humano. A escolha do modelo de precificação deve ser guiada pela transparência, previsibilidade e alinhamento com os objetivos da sua empresa.
A BRL Corporate se destaca por adotar um modelo inovador e transparente, absorvendo custos operacionais e focando na remuneração por fornecedores, o que garante um verdadeiro “ganha-ganha” para seus clientes [2]. Essa abordagem elimina custos ocultos e alinha os interesses da agência com os objetivos de economia e eficiência da sua empresa.
Ao considerar uma parceria estratégica para a gestão de viagens corporativas, avalie não apenas o “fee” ou a comissão, mas o pacote completo de serviços, tecnologia e expertise que a agência oferece. A capacidade de otimizar custos, garantir a segurança do viajante, automatizar processos e fornecer dados estratégicos para a tomada de decisão são os verdadeiros pilares do valor de uma agência de viagens corporativas em 2026.
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Perguntas Frequentes (FAQ): Quanto uma Agência de Viagens Corporativas Cobra em 2026?
1. Uma agência de viagens corporativas cobra mensalidade obrigatória?
Nem sempre. Enquanto alguns modelos de mercado podem incluir mensalidades para serviços de gestão ou plataformas, a BRL Corporate opera com um modelo “ganha-ganha” onde a remuneração principal provém dos fornecedores.
Isso significa que, na maioria dos casos, sua empresa não terá uma mensalidade fixa, focando no custo real das viagens e não em taxas administrativas adicionais.
2. É possível negociar o “fee” ou as taxas com a agência?
Em modelos tradicionais, a negociação de “fees” é comum e geralmente atrelada ao volume de viagens.
No entanto, a BRL Corporate adota uma abordagem diferente: ao absorver custos operacionais como as taxas de Ordem de Serviço (OS), a necessidade de negociação de “fees” é minimizada.
Nosso foco é oferecer uma parceria estratégica onde o valor agregado está na eficiência e na economia gerada, não em um “fee” que pode onerar seu orçamento.
3. Qual a diferença entre uma agência tradicional e o modelo “ganha-ganha” da BRL Corporate?
Agências tradicionais frequentemente cobram “fees” por transação ou taxas de OS, e sua remuneração pode gerar conflitos de interesse.
O modelo “ganha-ganha” da BRL Corporate, por outro lado, baseia-se na remuneração pelos fornecedores e na absorção de custos operacionais (como as taxas de OS, inclusive para o Módulo Expenses do ArgoIT).
Isso garante total transparência, alinhamento de interesses e foco na otimização do seu investimento em viagens, sem custos ocultos ou adicionais.
4. Quais os custos de implementação de sistemas como o ArgoIT (Módulo Travel e Expenses)?
Com a BRL Corporate, a utilização de sistemas de gestão de ponta, como o Módulo Travel e Expenses do ArgoIT, é parte integrante da nossa proposta de valor. Diferente de outras soluções que podem cobrar pela implementação ou uso, a BRL absorve os custos relacionados à Ordem de Serviço (OS) gerada por esses sistemas. Isso significa que você tem acesso a tecnologia avançada para gestão de viagens e despesas sem o peso de taxas adicionais por cada OS aberta, reforçando nosso compromisso com a eficiência e a economia para sua empresa.
Referências
[1] ALAGEV. (2026). As tendências do setor de viagens e eventos corporativos para 2026. Disponível em: https://alagev.org/as-tendencias-do-setor-de-viagens-e-eventos-corporativos-para-2026/ [2] Transcrição de Áudio do CEO da BRL. (2026). Discussão sobre modelos de precificação e a abordagem da BRL Corporate.



