Explique a variação do gasto.
Separe volume, custo médio e composição para entender o que mudou no período.

Inteligência para quem decide
Acompanhe indicadores da operação e conte com a BrL para interpretar os dados, identificar prioridades e orientar decisões sobre orçamento, compras e política de viagens.
Para financeiro, compras e gestão de viagens. Você não precisa ter os indicadores prontos para começar.
01Clareza sobre os gastos.
02Dados para planejar compras.
03Acompanhamento para agir.
Do relatório à decisão
O total aumentou porque a empresa viajou mais, mudou as rotas ou comprou de outra forma?
BI para viagens corporativas organiza os dados da operação em indicadores para apoiar planejamento, política e negociação. A BrL conecta essa leitura ao acompanhamento da sua conta.
Veja um exemplo de análise
Separe volume, custo médio e composição para entender o que mudou no período.
Use o histórico e o volume disponível para conversar com fornecedores com mais contexto.
Observe antecedência, pedidos e exceções que merecem atenção na rotina.
Planejamento em foco

O indicador mostra um comportamento. A conversa ajuda a encontrar o motivo.
Antecipar a compra é uma possibilidade de planejamento, não uma garantia de tarifa menor.
Explore o sistema
Da composição dos produtos ao perfil das viagens: escolha uma tela para conhecer a leitura.
A composição por produto ajuda a separar passagens, hospedagem e outras categorias. Quantidade e valor respondem perguntas diferentes: um produto mais frequente não é necessariamente o que mais pesa no orçamento.
Ampliar telaA série de emissões permite observar movimentos na operação. Antes de atribuir uma variação a preço ou desperdício, compare quantidade, duração do período e composição das viagens.
Ampliar telaA distribuição por status orienta a investigação de pendências. A quantidade de pedidos em uma etapa, sozinha, não informa há quanto tempo estão ali nem comprova um atraso.
Ampliar telaSeparar deslocamentos nacionais e internacionais dá contexto à análise. Moeda, destinos e condições de compra precisam ser compatíveis antes de comparar médias entre períodos.
Ampliar telaTelas reais apresentadas pela BrL, com dados históricos de referência. Filtros, atualização e acessos são definidos no escopo da empresa.
Conversar sobre o sistemaExemplo ilustrativo
Nem sempre. Compare duas janelas de mesma duração e acompanhe como a leitura muda quando gasto, quantidade e custo médio aparecem juntos.
Valores fictícios para explicar a análise. Não são uma tela do sistema, um caso de cliente ou um resultado da BrL.
O total do período B foi maior. Sem olhar o volume emitido, não dá para concluir se a compra ficou mais cara.
Primeira pergunta: houve mais bilhetes ou mudou o perfil das viagens?
O volume cresceu mais que o gasto total. Essa diferença muda a leitura inicial e pede uma análise do valor por bilhete.
Próxima pergunta: quanto foi pago, em média, por unidade?
Dividindo gasto por bilhetes, a média passa de R$ 1.000 para R$ 950. Isso não comprova economia de negociação: rotas, moeda e perfil das compras ainda precisam ser comparados.
Decisão: investigar a composição antes de mudar a política ou cortar orçamento.
A base do exemplo
Custo médio = gasto total ÷ bilhetes emitidos.
| Período | Gasto | Bilhetes | Média por bilhete |
|---|---|---|---|
| A | R$ 100.000 | 100 | R$ 1.000 |
| B | R$ 114.000 | 120 | R$ 950 |
Oportunidades com critério
O saving lost ajuda a escolher por onde começar a análise.
O indicador sinaliza uma diferença em relação à referência de compra adotada. Com esse recorte, sua equipe pode investigar alternativas, critérios da política e oportunidades de negociação.
Oportunidade indicada não equivale a economia realizada. O cálculo precisa considerar alternativas elegíveis e o contexto da viagem.
Conversar sobre minhas oportunidades
Compare janelas equivalentes e confira até quando os registros foram processados.
Diferencie bilhete, diária e solicitação. Use um critério consistente para moedas.
Considere rota, tarifa, flexibilidade e antecedência antes de comparar.
Verifique a metodologia do saving lost e quais alternativas eram elegíveis.
Organize classificações, permissões e responsáveis pela informação.

Tecnologia com proximidade
Você não precisa interpretar cada indicador sozinho.
A BrL aproxima a leitura dos dados da realidade da conta. Juntos, definimos o que investigar, quem participa e como acompanhar as ações.
Liderança financeira da BrLNelson DoniseteDiretor FinanceiroConheça sua trajetória A decisão que sua empresa precisa tomar.
Fontes, períodos e recortes que fazem sentido.
Uma prioridade, um responsável e um prazo.
Acompanhar o efeito das mudanças adotadas.
12limite de contas por gestor no modelo BrL
+ de 1.100empresas atendidas pela BrL desde 2014
Planejar minha análiseUma operação conectada
Viagens, despesas e indicadores têm papéis complementares. A BrL avalia as fontes e os recortes necessários à sua empresa, incluindo integrações, exportações e frequência de atualização.
Reservas, aprovações e atendimento dão contexto aos movimentos da operação.
Conhecer a solução Contexto financeiroRegistros e classificações conectam o gasto à finalidade e ao responsável.
Conhecer a solução Outro objetivo de análiseIndicadores ambientais e de governança ampliam a leitura das viagens.
Explorar o temaIntegrações e indicadores dependem do escopo e das fontes disponíveis. O BI não substitui conciliação financeira ou validação contábil. Conheça a governança financeira integrada à gestão de viagens.
Experiências compartilhadas no Google
Clientes compartilham como é contar com a equipe BrL. Relatos sobre o atendimento da empresa, não resultados específicos de BI.
5,0 com 153 avaliações no GoogleNota da ficha da BrL, consultada em outubro de 2026.

“Temos parceria com a BRL Corporate desde 2022”
Daniela destaca a agilidade, as soluções personalizadas e a atenção da equipe às viagens corporativas da sua empresa.

“Todos da equipe sempre me atenderam com respeito e muito rapidamente”
Após 16 anos de experiência com diferentes agências, Cristina ressalta o profissionalismo da BrL, a qualidade da equipe e a capacidade de resolver problemas.

“Minha empresa está muito satisfeita.”
Regina conta que, depois da cotação, a equipe da BrL cuida do restante. O relato valoriza a dedicação dos profissionais e a tranquilidade na rotina.
Avaliações selecionadas do Google. Os relatos representam experiências individuais.
Perguntas frequentes
Respostas diretas para apoiar a avaliação inicial.
Business Intelligence, ou BI, é a organização e análise dos dados de viagens para apoiar decisões empresariais. Indicadores de volume, gastos, antecedência e status ajudam financeiro, compras e gestores a entender a operação e definir o que precisa ser revisto.
Não são sinônimos. Big Data se refere a conjuntos de dados com escala, variedade ou velocidade que exigem formas adequadas de tratamento. BI transforma dados disponíveis em indicadores e análises para o negócio. Na solução BrL, o foco é a aplicação dessa inteligência às decisões sobre viagens corporativas.
A gestão de viagens organiza reservas, aprovações e atendimento. A gestão de despesas cuida dos registros, documentos e rotinas financeiras. O BI analisa os dados dessas atividades para apoiar decisões de política, planejamento e negociação. São frentes complementares, não substitutas.
As telas apresentadas mostram composição por produto, solicitações emitidas, saving lost, antecedência média, status e perfil nacional ou internacional. Outros filtros e análises, como centro de custo, fornecedor e projeto, são avaliados conforme os dados disponíveis e a configuração da conta.
É um indicador de oportunidade não capturada em relação a uma referência de comparação. Sua leitura depende da metodologia: quais alternativas entram, quando foram observadas e se atendiam à necessidade da viagem. Não deve ser confundido com economia realizada, perda contábil ou dinheiro que será recuperado.
Os indicadores ajudam a reconhecer padrões de compra, preparar negociações e revisar a política de viagens. O resultado depende da operação e das ações adotadas, não há redução garantida. Para avaliar uma mudança no custo médio, compare também rota, período, moeda e perfil das compras.
O BI online traz os dados até o dia anterior, e a empresa acompanha tudo por ele. Além disso, a cada trimestre, quadrimestre ou semestre, conforme o cliente, a BrL faz uma reunião de resultados com propostas de melhoria e economia.
Esses recortes podem fazer parte do desenho gerencial, desde que os registros tenham a classificação necessária. A BrL avalia quais informações estão disponíveis e quais filtros fazem sentido para a estrutura e as decisões da empresa.
A proposta combina indicadores e acompanhamento da conta. A conversa com a BrL define as perguntas prioritárias, os responsáveis e a rotina de análise, para que uma observação no painel possa se transformar em uma ação acompanhada.
A apresentação da solução considera os dados necessários ao financeiro e à gestão. Formatos de exportação, sistemas, versões, permissões e integrações precisam ser confirmados no escopo. Um painel de viagens não substitui automaticamente a conciliação do ERP.
A leitura dos painéis é voltada à gestão da empresa. A necessidade de apoio técnico depende das fontes, integrações e permissões pretendidas. A implantação define quem participa, como os acessos são organizados e qual orientação os usuários precisam receber.
Comece pelas decisões que hoje exigem mais consolidação manual. Leve à conversa quais relatórios existem, de onde vêm, quem os utiliza e com que frequência. A BrL avalia a base disponível e o escopo possível, sem exigir que toda a organização dos dados esteja pronta antes do primeiro contato.
Próximo passo
Conte o que sua empresa precisa enxergar melhor. A conversa começa pelo seu cenário, mesmo que os dados ainda estejam em planilhas.